Nosso novo verde preferido – Our new favourite green

Então, quando o pessoal pensa em gastronomia francesa, lembra dos vinhos, dos macarons, éclairs, escargots… Tem tudo isso mesmo, mas sério, no dia-a-dia a pessoa não pensa em comer caramujo nem coisas que fazem engordar à velocidade da luz. Felizmente, há descobertas mais sustentáveis a fazer e verdadeiras surpresas, dentre as quais eu gostaria de destacar essa modesta salada, a mâche:

salade-de-mache

Nunca tínhamos ouvido falar nela e experimentamos depois de perceber, no supermercado, que ela é super popular, mais que alface, mais que qualquer outra folha, acho. E por uma boa razão, porque é uma delícia! Zero de sabor amargo, super aprovada pelo menino da família, que agora a come com tudo, até macarrão. E ainda é super nutritiva, tem mais potássio que banana (459 mg/100g contra 358 da banana, que ainda amamos, não me entenda mal) e muitos outros nutrientes em quantidades expressivas.

E, olha só, ela não é daqui, mas da América do Norte, África e Eurásia. O que faz pensar que se é tão bem distribuída, dava muito bem pra cultivar na América do Sul, né? Acho que muita gente ia gostar.

Ah, essa foto eu peguei nesse artigo aqui.

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When people think about French gastronomy, it’s the wines, macarons, éclairs and scargots that come to mind. But honestly, I don’t feel like trying snails or getting fatter by the minute everyday. So I was really happy to find out that there are more sustainable new things out there, in particular this modest beauty, the mâche.

Of which we’d never heard but decided to try after we noticed how popular it is in supermarkets, even more than lettuce – or any other salad, I think. And rightly so. It’s delicious – my very-sensitive-to-sour son eats it with enthusiasm – and super packed with nutrients. One thing I was amazed at was its potassium content, higher than that of bananas. Click here for the nutritional facts.

And a last though: the mâche is not from Europe, but pretty much from all the rest of the world (Eurasia, North America and Africa) according to the wikipedia article on it. So why not cultivate it in South America? I bet a lot of people would like it.

Link to the article from which I got the picture (in French).

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